sábado, 20 de março de 2010

Um desejo

Se você pudesse escolher um desejo, qualquer que seja, o que escolheria?

Pediria muito dinheiro para que você pudesse comprar o que quiser. Ter o guarda-roupas dos seus sonhos. Ter o carro esporte vermelho sangue, daqueles que só se vê em filmes. Ter celulares, computadores, eletroeletrônicos em geral de ultíma geração.

Pediria saúde, para que pudesse aproveitar bem as festas que virão, as praias, piscinas, as viagens. Saúde para aguentar as epidemias, para poder comer o que quiser sem passar mal.

Pediria paz no futuro, uma Terra sem guerras para que as gerações futuras possam aproveitar.

Pediria igualdade, fraternidade e solidariedade, para que o mundo possa caminhar unido no futuro.

Pediria que em um futuro próximo você conhecesse uma pessoa especial, com a qual você possa partilhar a sua vida.

Pediria que as provas de amanhã sejam fáceis, que aquilo que você estudou caia e que você se dê bem.

Pediria que amanhã fosse um bom dia no trabalho, sem estresse, com um dia produtivo

Pediria mais tempo, para que você pudesse aproveitar sua família, seu cachorro, você mesma. Tempo para fazer aquilo que gosta, tempo para fugir da rotina e fazer algo de diferente.

Desde pequenos construimos nossas vidas no amanhã. Mas porquê?
Pergunte-se a si mesmo: Qual o dia que nunca chega? Amanhã.
Vivemos como se fossemos eternos, tivessemos tempo para fazer tudo, tanto tempo que deixamos as coisas para amanhã. O amanhã não existe, nunca existiu e nem existirá. O que existe é o agora, é o nesse instante. Se nos concentrássemos no agora, na efemeridade da nossa vida, quem sabe assim teriamos vidas melhores, seriamos mais felizes, estariamos mais completos.
Não deixe para amanhã o que você pode fazer agora, talvez não tenha outra chance. Faça o quer fazer, diga o que quer falar, não passe despercebido e não deixe a vida passar despercebida.

Tenha metas diárias, tenha desejos diários. Viva um dia de cada vez e viva o intensamente. Aproveite essa dádiva chamada vida. O futuro é muito incerto para aguentar pilares tão profundos quanto os nossos desejos

domingo, 7 de março de 2010

Pessimista, otimista ou realista?

Depois de muito tempo, apareci aqui novamente, haha.
Sem delongas, deixo um texto reflexivo, escrito pela minha pessoa, sobre o que acreditamos.


Nos dividimos entre tais definições, tendo por elas, filosofias de vidas, que seguimos religiosamente. Certas pessoas gostam de manter esperanças, outras tentam manter pensamentos negativos com a justificativa de não se decepcionarem, outras só aceitam o real e o agora. Ainda existem aquelas que misturam um pouco de tudo, dependendo do momento.
Porém, todos nós temos algo em comum, com relação as nossas filosofias, somos, de uma forma, todos, otimistas.
Parando para refletir, principalmente nossas conversas, podemos perceber que até o maior dos pessimistas é um grande otimista. Sempre nos referimos ao amanhã, não importando no que acreditamos. “Amanhã conversamos” “Amanhã nos falamos” “Amanhã nós faremos”.
Querendo ou não, sempre mantemos um pensamento positivo quanto a nossa vida, querendo que acontece algo ou que não aconteça.

domingo, 24 de maio de 2009

A morte da razão no sistema capitalista

Foi requisitado a minha turma, pelo nosso querido professor de geografia/sociologia/filosofia, o grande Bahia, uma redação que fizesse uma síntese do pensamento da 'escola de Frankfurt', não precisaria ser algo geral, mas algum aspecto que você gostaria de colocar mais em evidência.

Eu, particularmente segui para o lado da razão crítica da sociedade, ou melhor, a dita 'morte' dela, segundo os frankfurtianos.

Antes de começar..
Para quem não conhece ou não lembra muito bem da 'escola de Frankfurt', aqui vai um link para refrescar a memória.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Frankfurt

Segue aqui um pequeno esboço, não é definitivo, mas dá para ter uma ideia muito boa do texto.

Tristes evidências

Manchete do O Socialista: 'Como já anunciado por Marx, a morte da razão crítica pelo sistema capitalista, com seus meios de produção nada humanos, visando única e exclusivamente o enriquecimento, mostra-se ainda mais evidente.'
Claudio Manoel, fã do jornal e mais fã ainda de Marx não poderia deixar de comprar, aproveitou tambem, porque tinha uma redação a ser feita com esse mesmo tema, 'a morte da razão crítica'. Tirou suas moedinhas do bolso e levou o jornal para casa.
Claudio Manoel, aluno de filosofia e grande amante do conhecimento, tinha uma visão romântica do mundo e pensava que um dia ele poderia fazer algo grandioso pelas pessoas. Havia passado para a 'escola de Frankfurt' nos ultimos dias de estudo, estava adorando, ainda mais porque deveria fazer uma redação, ele adorava escrever.
Para fundamentar suas palavras, Claudio decidiu pesquisar, analizar e averiguar com os próprios olhos a atual sociedade capitalista. Decidiu fazer as suas pesquisas em cima das notícias, começou a prestar muita atenção nelas e a evidenciar o que elas causavam nas pessoas.
Foi então que começou a perceber a 'morte da razão' e entender o que era a 'desesperança' tão falada pelos frankfurtianos. Ficava intrigado em como a sociedade toda estava completamente submersa no meio da vida capitalista, aquela vida corrida e massificada. 'As pessoas perderam mesmo o senso crítico das coisas, estão todos entregues a uma rotina ditada pela burguesia' pensava tristemente. 'Devemos trabalhar, devemos aprender, devemos fazer tudo para construir a sociedade perfeita!' é o que os ricos falam, mas o que eles esquecem de dizer, é que é tudo para que o sistema continue e não para que nós, seres humanos, continuemos...
Passou a observar o entretenimento e para a surpresa de Claudio que nunca tinha parado para pensar.. somos massificados até em nossa diversão, em nosso lazer..
Lemos o que está na moda, assistimos o que está na moda, vestimos o que está na moda. Moda, Moda, Moda, Moda, BURGUESIA, Moda...
Claudio não sabia nem o que pensar, estava completamente aturdido pela realidade citada algum tempo atrás pelos frankfurtianos e que ainda hoje está muito presente, até mais que antigamente.
Por fim, procurou observar alguma luz, alguem que pudesse fazer a diferença, que quisesse mudanças! Mas mais uma vez, percebeu que as coisas não estão muito boas.
'Não importa se isso daqui é ruim, pior é se tentarmos mudar, muito trabalho ou nem vai dar certo' triste pensamento da maioria das pessoas que ele pode observar..
Finalizando sua deprimente pesquisa: 'Nossa sociedade construiu-se através de lutas, de revoltas, de inconformidades, mas agora tudo mudou. Ou estamos no meio de um estouro de revolução, ou estamos completamente indiferentes em relação a todo o mal do mundo. Perdemos, além da nossa razão crítica, a nossa humanidade..  Qual será a nossa próxima perda?'

Um rascunhozinho singelo ai para podermos conversar.
Comentem sobre tudo, desde a escrita até o conteúdo dela, por favor. 

Grande abraço!

Apresentação

Nada melhor do que começar apresentando-me, não é?
Bom algumas coisas já estão colocadas no meu perfil, não gastarei tempo escrevendo-as novamente.
O que eu gostaria de falar mesmo, é que estou animado quanto a esse blog. Tenho grandes esperanças quanto a ele, mas a maior é de que ele possa ajudar, seja qual for a maneira, ao maior número de pessoas possivel.
Não tenho experiências com blogs, não como escritor, mas já passei considerável tempo lendo-os.
Aceito critícas com o maior prazer, mas que sejam construtivas! haha.
Acho que por enquanto é isso, postarei algo de verdade mesmo mais tarde e então daremos início ao 'Aprendiz de filósofo'.

Boa noite de sono a todos!